sexta-feira, 22 de julho de 2011

Calcule ROI das Mídias Sociais

Veja como é possível calcular o retorno sobre o investimento do marketing em mídias sociais

Ao calcular o “ROI” das mídias sociais (ROI é a sigla, em inglês, de retorno sobre o investimento), você começa por contabilizar, por exemplo, o custo de lançamento de um blog e, então, busca avaliar o retorno, em vendas, sobre aquele investimento? Provavelmente, sim. A maioria faz isso. Mas alguns começam de modo diferente, analisando a que objetivos de marketing o blog pode atender (por exemplo, envolvimento dos consumidores com a marca) e que comportamentos se esperam dos visitantes (tais como postar um comentário sobre uma experiência recente de consumo).

Pois essas atitudes devem ser consideradas (e mensuradas) como “investimentos” dos clientes na mídia social lançada pela empresa. Em outras palavras, o retorno sobre o investimento em mídias sociais nem sempre será medido na moeda corrente das vendas; as atitudes (ou “investimentos”) dos clientes também pesam muito. Incluem parâmetros óbvios, como o número de visitas e o tempo gasto ali, mas também algo como o grau de atratividade dos comentários deixados no blog e o número de citações à marca no Facebook ou no Twitter.

Em suma, embora os altos executivos certamente precisem de números para saber se seu investimento está se pagando, querer apenas isso tem raízes na mídia tradicional, de massa. Essa visão estreita acarreta dois tipos de problema:

1. É orientada pelo curto prazo.
Desenvolver relacionamentos significativos com os clientes leva tempo, porque as relações online envolvem conversas interativas e alguns gestores ainda não gostam da ideia de fazer parte do admirável mundo novo de “relacionamentos” com consumidores. Esse é um mundo em que os clientes controlam suas experiências online e onde suas motivações os levam a se conectar online com outros consumidores enquanto eles criam e consomem conteúdo, a maior parte dele gerada pelos usuários, não pelas empresas.

Quatro motivações-chave direcionam o uso das mídias sociais pelos clientes:

• conexões;
• criação;
• consumo;
• controle.

A perspectiva desses quatro Cs é importante porque leva a uma estrutura orientada pelo cliente na hora de avaliar uma mídia social. A maioria dos executivos ainda enxerga os aplicativos de mídia social como apenas mais um veículo de comunicação. Isso é um erro. O ambiente das mídias sociais é controlado pelos consumidores, não pelas empresas.

2. Ignora a maioria dos aspectos qualitativos.
Ela ignora, por exemplo, o valor de tweet sobre uma marca, que surge de características únicas da internet e não possui analogias óbvias com as métricas tradicionais de mídia.

Objetivos melhores

A maioria dos gestores de marketing se sente pressionada a perseguir objetivos tradicionais, como vendas diretas, redução de custos ou aumento na participação no mercado. Eles até são mensuráveis na web 2.0:

• Para saber o efeito imediato sobre as vendas de uma campanha específica em uma mídia social, acompanha-se o faturamento gerado pelo dinheiro gasto, mesmo que vincular ações em mídias sociais diretamente às vendas seja difícil.
• Para mensurar economias de custo, basta medir quanto os consumidores fazem o papel de serviço de atendimento ao cliente, respondendo a perguntas nos fóruns.
• Para calcular aumento na eficiência das pesquisas de mercado, basta medir quanto a empresa usa a internet para buscar novas ideias – em fóruns de discussão em que os consumidores comentam conceitos de produtos e postam sugestões de aperfeiçoamento.

Mas os profissionais de marketing deveriam focar objetivos que demonstrem explicitamente o valor de operar no ambiente das mídias sociais, ou seja, que tirem proveito das características que distinguem as mídias sociais das demais, como estes três a seguir:

Brand awareness

Tradicionalmente, o nível de conhecimento da marca é medido por meio do acompanhamento de estudos e pesquisas de opinião. Online, entretanto, as empresas contam com outras formas de fazê-lo. Nos ambientes das mídias sociais, cada vez que uma pessoa usa um aplicativo desenvolvido pela empresa ou fala dela, a exposição da marca aumenta, muitas vezes em contextos altamente relevantes. (Marketing Viral) Por exemplo: muitos dias antes das eleições nos Estados Unidos em 2008, a Starbucks veiculou uma peça no programa humorístico Saturday Night Live, também mostrado no YouTube, promovendo café grátis.

As menções à Starbucks no Twitter explodiram, com uma menção cada oito segundos em média, o que se traduziu em aumento substancial da exposição da marca. Esse tipo de uso das mídias sociais fortalece as associações com a marca na mente do consumidor. Outro exemplo é o da Naked Pizza, que fica em Nova Orleans, Louisiana, EUA, e é voltada para quem gosta de pizza, mas não abre mão de produtos saudáveis. A empresa passou a tuitar sobre suas pizzas em 2009 e hoje tem mais de 10 mil seguidores. Um cartaz do lado de fora de sua loja convidava os clientes a seguir a empresa no Twitter.

O sucesso da campanha no microblog culminou com um recorde de vendas, com mais de 68% desse movimento sendo originado por clientes que eram seguidores no Twitter. No mesmo dia, 85% dos novos clientes da empresa afirmaram que haviam sido motivados a comprar na Naked Pizza por causa do Twitter.

Envolvimento dos clientes

Essas campanhas com alto poder de envolvimento, a partir de conteúdo gerado pelos próprios usuários, tendem a conseguir comprometimento dos consumidores, reforçando a lealdade à marca e fazendo com que o cliente esteja mais propenso a despender algum esforço para apoiar a marca no futuro. Foi o que houve com a Southwest Airlines, a Starbucks, a Target e o Burger King.

Boca a boca

Uma vez conscientes da existência da marca e envolvidos com ela, os clientes têm condições de transmitir suas opiniões a respeito a outros consumidores, positivas ou não. Em 2005, o jornalista de tecnologia Jeff Jarvis criou um blog chamado “Dell Hell” para falar do péssimo atendimento que recebeu do serviço ao cliente da Dell. O buzz se espalhou rapidamente na internet e chegou à mídia de massa, e a Dell viu seus índices de satisfação de clientes cair cinco pontos percentuais em um ano.

Já a empresa de games Square Enix viu o lado bom disso: iniciou uma comunidade online para alimentar o interesse pelo lançamento de um novo jogo e o site atraiu mais de 14 mil pessoas para seus fóruns, sendo 30% recrutadas pelo boca a boca. Além disso, 40% da comunidade encomendou o produto antes do lançamento. No fim de 2009, o videogame já vendera 510 mil unidades nos Estados Unidos e no Canadá.

Costuma-se estimar o buzz geralmente por meio de pesquisas de opinião que medem a probabilidade de recomendação, ou usam-se a satisfação dos clientes e sua lealdade para afiná-lo, mas, online, medese isso diretamente. Metodologias mais sofisticadas geralmente são necessárias para medir o buzz, porque grande parte dele pode ocorrer, seja online ou não, em comunicação não aberta. Conteúdo gerado por usuários também pode carregar marcas de consumo favoritas (como em um vídeo no YouTube ou em uma foto no Flickr) e, assim, contribuir para o boca a boca.

É vantagem começar pelas motivações dos consumidores em relação à empresa, em vez de tentar descobrir que mídia social usar: isso mostra como aplicativos díspares se assemelham quando as motivações são as mesmas. 


Matriz da eficácia

O passo seguinte é analisar as opções estratégicas para avaliar as iniciativas. Propomos uma matriz [veja quadro acima] que resume as opções dos gestores e traça os melhores (e piores) caminhos nesse campo:

• Quadrante “rua sem saída”. Nesse caso, o profissional de marketing tem uma capacidade limitada de medir seus esforços de mídia social e acredita que não estão funcionando. Os gestores se encontram nesse quadrante em consequência de uma estratégia do tipo “jogue tudo na parede para ver o que gruda” e acabam fazendo mudanças o tempo todo, sem ter como medir o impacto de cada uma.

Como a mensuração é confusa e os esforços parecem fracassar, o gestor tem pouca ideia do que fazer. O resultado é bastante previsível: ele desistirá de suas ações em mídias sociais ou continuará com ajustes aleatórios sem base em dados objetivos. Esse quadrante é, como se disse, uma rua sem saída e ninguém quer estar nessa situação.

• Quadrante “medida e ajuste”. Nesse caso, o profissional de marketing possui uma capacidade razoável de quantificar seus esforços em mídias sociais, mas, ainda assim, suas mensurações o têm levado a acreditar que eles não estão funcionando. Isso difere de estar numa situação de rua sem saída, pois, mesmo que o gestor não creia que está sendo bem-sucedido, ao menos ele tenta medir a eficácia das ações.

Uma vez que os componentes estão sendo mensurados, há provavelmente algumas pistas sobre o que está dando errado. Isso significa que o gestor pode avaliar e ajustar a estratégia de mídia social de acordo com suas conclusões. Se conseguir fazer isso bem, ele pode avançar para o quadrante “repetir para ter sucesso”.

• Quadrante “repetir para ter sucesso”. Aqui o profissional de marketing tanto tem uma capacidade razoável de aferir os resultados de suas ações em mídias sociais como acredita que os esforços estão funcionando. Uma vez que os componentes estão sendo mensurados, ele pode repetir de forma consciente o processo para melhorá-lo ainda mais. Isso é difícil de fazer, mas, obviamente, vale o esforço.

• Quadrante “otimismo ingênuo”. Nesse caso, o profissional de marketing possui uma capacidade limitada de medir suas ações. Mesmo assim, ele acredita que tudo está dando certo. Julgamos que a maior parte dos profissionais de marketing começa nesse quadrante. Eles acham que vale a pena o esforço de investir nas mídias sociais, mas não têm certeza de qual a melhor forma de medir esses esforços.

Esse quadrante pode ser uma armadilha, porque, embora seja uma posição razoável da qual partir, todo mundo quer avançar o mais rápido possível para não ficar preso aqui. São três as opções a seguir:

1. O gestor não muda nada e, assim, ele provavelmente cairá na rua sem saída. Isso porque a falta de aferição levará, no final das contas, à deterioração da eficácia dos esforços ao longo do tempo, principalmente se os concorrentes puderem se sair melhor.

2. O gestor simplesmente começa a medir as ações de mídia social, descobre que as coisas não estão funcionando tão bem quanto poderiam (passando para o quadrante “medida e ajuste”) e, então, direciona seus esforços para o quadrante “repetir para ter sucesso”.

3. O gestor começa a medir e descobre que as ações têm sucesso, avançando diretamente para a repetição do sucesso a partir do otimismo ingênuo. Em qualquer um dos dois últimos casos (desnecessário dizer que ambos preferíveis ao primeiro), a meta é fugir da mensuração confusa e ir na direção de métricas quantificáveis.

Agir antes, não depois

Gestores antenados não esperam sentados pelos resultados depois do lançamento de uma campanha em mídias sociais. Eles ouvem cuidadosamente, porque sabem que o cliente não apenas “consome” a campanha, mas também pode comentá-la (“criação”), compartilhá-la com seus amigos (“conexões”) e dar sua opinião, sem ser censurado (“controle”). E, além de acompanharem essas reações, tais gestores agem.



* Esta reportagem foi publicada pela Revista HSM Management (Março/Abril de 2011 br.hsmglobal.com).
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Série Caneta vs Camera de Ben Heine

Ben Heine é pintor, ilustrador, fotógrafo e cartunista. Nasceu na Costa do Marfim mas atualmente mora em Bruxelas na Bélgica. Estudou artes gráficas, escultura e também se graduou em jornalismo. Ben Heire, trás uma série bastante encantadora, chamada de Pencil vs Camera, frutos de anos de exploração gráfica e experiência artística, veja algumas de suas artes da série:





















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O que é inovação pra você?

Quando falamos de inovação, a primeira coisa que nos vem à cabeça são as grandes invenções, como o foguete, a lâmpada, a internet, etc. Quando falamos da área de tecnologia, a coisa fica ainda mais específica, pois logo pensamos no iPhone, iPad, 3G, cloud computing, Facebook, Android e etc.

Sim, todos estes exemplos são inovações. Aliás, na maioria, são inovações radicais ou de ruptura como classificadas pelas grandes convenções, pois elas revolucionam principalmente o modelo de negócio.

Todo mundo adora as inovações radicais e elas são realmente importantes. Quem não fica admirado com iPhone/iPod/iPad+iTunes? E isso mudou drasticamente o modelo de negócio de vários segmentos como software, músicas, livros, filmes e etc.

(DAVILA, EPSTEINS e SHELTON, As Regras da inovação, 2006, p.34).

A questão é que nem sempre precisamos ou temos recursos para uma inovação radical, mas na maioria das vezes podemos recorrer a outros tipos de inovações que no momento certo podem ser mais rápidas e mais eficientes para gerar valor ao seu negócio. Veja a matriz abaixo que ilustra os tipos de inovação:

Todas as inovações da matriz acima são igualmente importantes quando utilizadas na hora certa. Não precisamos sempre modificar radicalmente o modelo de negócio para sermos inovadores.

Vou questionar ainda mais: nem sempre inovação está ligada a algo novo....

tsc tsc... Como assim?

No começo do mês, tive uma aula no curso de Gestão da Inovação na faculdade ESPM e o professor questionou diversos pontos. Entre eles, um que me fez pensar e consequentemente escrever este artigo.

Foi mais ou menos assim:

- Inovação é sempre alguma coisa nova? Perguntou o professor.

- E o silêncio prevaleceu na sala.

- Vou dar um exemplo: se nos dias atuais eu levar uma menina para jantar e ao parar na porta do restaurante, descer do carro dar a volta e abrir a porta para ela, estarei inovando? Ela vai considerar isso um comportamento inovador? Sim! Estarei resgatando algo bem antigo, nada novo, por não ser mais um comportamento utilizado. Eu estarei inovando no meu comportamento.

Estes questionamentos sobre o que é inovação ajudam a concluir que você pode ser um profissional inovador ou tornar a sua empresa inovadora e tirar proveito disso, sem precisar inventar um iPhone por semana ou se preocupar em inventar algo completamente novo a cada vez que inovar. Ficou aliviado, não é? Mas, muita calma, pois há algo que exige esforço e disciplina e que é o que mais precisa ser levado a sério. Algo determinante para a inovação é integrá-la na mentalidade do negócio, fazendo dela um processo contínuo, organizado e mensurável.

“A organização inovadora não é aquela em que as inovações ocorrem esporadicamente. (...) A organização inovadora é permeada por um processo contínuo e permanente de produção de inovações, inovações essas que podem ser de qualquer natureza – de produto, processo, gestão ou negócios.”

Marcos Augusto de Vasconcellos, Gestão de ideias para inovação contínua (2009).

Se você começou a se questionar sobre o que é inovação, eu lhe recomendo o seguinte exercício: analise as pequenas e grandes melhorias, mudanças e novidades que ocorrem na sua empresa, sejam elas de processos, produtos/serviços, marketing ou até organizacionais, classifique-as na matriz da inovação e pense sobre o quanto aquilo pode gerar valor. Provavelmente, você irá se surpreender com a quantidade de inovação ao seu redor, que antes passava despercebida. E, como inovações aparentemente rápidas e simples podem agregar alto valor. Este pensamento ajuda a classificar, organizar e encontrar a melhor forma de mensurar. Este é o segredo dos inovadores que já descobriram o quanto vale a pena investir para gerar o máximo de valor com a inovação.

Acredite, vale a pena inovar!

Autor: Renato Serra Armani - Gerente de Inovação Dualtec
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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Os três estágios das Mídias Sociais



Afinidade. Este é o principal motivo que leva as pessoas a se unirem nas mídias sociais no Brasil, onde esta aproximação dá-se por diversos motivos, que vão desde opiniões pessoais a tipos bem específicos de comportamentos. Em 2010 a Nielsen Online destacou um estudo em que o Brasil aparece como o país mais conectado em redes sociais, com a participação de até 86% dos usuários ativos.

Mas vejamos épocas mais distantes. Voltamos a 2005, mais especificamente em 05 de abril, onde finalmente o Orkut ganha a versão brasileira. Era o momento libertador em que milhares de brasileiros lutavam por um convite, já que o site em seu início não era aberto para todos. Ao longo destes seis anos, os brasileiros aprenderam a conviver com todo o tipo de plataforma de relacionamento. De gratuitas às pagas, os usuários mudaram suas necessidade e prioridades e como tudo neste nosso mundo digital, evoluir é inerente.

Um estudo realizado pela empresa de pesquisas, Forrester Research, descreve as eras evolutivas das mídias sociais, sendo importante ressaltar que não trata-se de períodos delimitantes, mas fases sobrepostas, ganhando ou perdendo intensidade com o passar dos anos. Vejam em detalhes:


Era das Relações Sociais: Conectar-se a outras e compartilhar.

• Início: 2005
• Auge: 2003 a 2012.


Era da Funcionalidade Social: Redes sociais tornam-se um sistema operacional.

• Início: 2007
• Auge: 2007 a 2010.


Era de Colonização Social: Agora toda a experiência pode ser compartilhada.

• Início: 2009
• Auge: 2011.


Era do Contexto Social: O conteúdo é direto e personalizado.

• Início: 2010
• Auge: 2012


Era de Comércio Social: As comunidades consomem e ajudam a definir futuros produtos e serviços.

• Início: 2011
• Auge: 2013

Ao estudar mais detalhadamente a realidade brasileira nas mídias sociais, pude perceber não um momento dividido por eras, mas o surgimento de estágios comportamentais separados por fatores sócio-tecnológicos.

O objetivo desta análise é debater as etapas vivenciadas pelos usuários frente ao seu momento de vida, idade ou condição econômica.


Estágio 01: Aproximação inclusiva.

Neste momento o usuário está frente a um mar de possibilidades. Deslumbrado com os inúmeros recursos, tudo é novidade e o que mais importa é ter um perfil lotado. Sua atenção está voltada em adicionar cada vez mais pessoas, conversar com todos ao mesmo tempo e não cogita a possibilidade de perder pessoas. Querem abraçar o mundo e com isso a qualidade no diálogo “empresa x consumidor” sai prejudicada. Geralmente o resultado de promoções via banners é muito boa.


Estágio 02: Exclusão do dispensável.

Aqui o usuário já opera os recursos disponíveis com mais segurança e possui um nível de relacionamento mais intenso com seus amigos. A estrutura de seus dados digitais é mais complexa, contendo grande quantidade de fotos, vídeos, jogos e principalmente pessoas para dar atenção. Começa a percepção de relacionamento, mas a idéia de popularidade ainda é marcante fazendo com que a qualidade dos seus relacionamentos “empresa x consumidor” ainda seja baixa.

Adicionar novos usuários perde importância, os relacionamentos se estabilizam e perder usuários, ainda mais os mais chatos, mão incomoda tanto.


Estágio 03: Inclusão seletiva.

O usuário tem pleno domínio dos recursos e cada minuto conectado tem um por que. Não cogita perder tempo e cada passo dado é feito com um objetivo muito claro, mesmo que para a diversão. Trocar informações, experiências, tirar dúvidas, emitir e receber opiniões. São estes elementos que caracterizam o seu momento de vida digital. O seu mundo é único e compartilhar deste ambiente é um privilégio para poucos. Agora cada pessoa adicionada tem um objetivo, seja social, afetivo ou econômico, mas tem que ter um motivo. O nível de relacionamento “empresa x consumidor”, além de estar estabelecido, alcança o nível do desejável. As pessoas precisam se relacionar com as marcas e produtos que mais amam. Ele quer consumir e precisa que as empresas esclareçam suas dúvidas. A esta altura, perder seguidores irrelevantes chega a ser um favor. Este usuário só tem interesse no relevante.

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terça-feira, 19 de julho de 2011

Como se portar em uma reunião

A SOLUÇÃO DOS SEUS PROBLEMAS COM REUNIÕES!
Desenvolvimento profissional e pessoal.


PARTE I - SITUAÇÃO:

VOCÊ FICA DRIBLANDO O SONO EM REUNIÕES QUE SUA PRESENÇA NÃO SERVE PRA NADA, E NÃO VÊ A HORA DO COFFEE BREAK CHEGAR PARA VOCÊ AVANÇAR NAS MIGALHAS DE BISCOITOS E CAFÉ...

-Você dorme durante as reuniões de trabalho?
-Sente um tédio imenso durante as conferências, seminários e colóquios?
Aqui tem um método eficaz para combater esse problema: 'BUSINESS BINGO'!!!


COMO JOGAR?!

Imprima o quadro que segue antes de começar a reunião, seminário, conferência, etc.
Sempre que ouvir a palavra ou expressão contida numa das casas, marque a mesma com um (X).
Quando completar uma linha, coluna ou diagonal, grite 'BINGO'!



Impressionado? Veja o testemunho de vários jogadores satisfeitos:

a. 'A reunião já tinha começado há 5 minutos quando ganhei!';
b. 'A minha capacidade para escutar aumentou muito desde que comecei a jogar o Business Bingo';
c. 'A atmosfera da última reunião de direção foi muito tensa porque 14 pessoas estavam à espera de preencher a 5ª casa';
d. 'O diretor geral ficou surpreso ao ouvir oito pessoas gritando 'BINGO', pela 3ª vez em uma hora';
e. 'Agora, vou a todas as reuniões da minha organização, mesmo que não me convoquem!';
f. 'Meu chefe achou que eu estava anotando os dados da reunião e ao final da mesma, me parabenizou! !!';
g. 'Fiquei tão atento que não dormi em momento algum!'.

 
PARTE II - SITUAÇÃO:

COMO IMPRESSIONAR NAS REUNIÕES QUE REQUEREM SUA PARTICIPAÇÃO ATIVA, PORÉM NINGUÉM VAI PRESTAR MESMO MUITA ATENÇÃO NO QUE VOCÊ VAI FALAR...

-Naquelas reuniões onde seu chefe diz pra você: 'Diga a todos sua opinião!';
-Nas situações em que você é pego de surpresa na reunião, pedindo seus comentários e você nem sabe do que estão falando.

'COMO FALAR MUITO SEM DIZER NADA'?

A tabela abaixo permite a composição de mil sentenças: basta combinar, em seqüência, uma frase da primeira coluna, com uma da segunda, da terceira e da quarta (seguindo a mesma linha, ou 'pulando' de uma para outra).

O resultado sempre será uma sentença correta, mas sem nenhum conteúdo.

Experimente na próxima reunião e impressione o seu chefe!!!

Programa como falar em público: 'TECHINICAL EMBROMATION' !!!



Impressionado? Veja o testemunho de vários usuários satisfeitos:

a. 'Ao terminar de falar, fui aplaudido por todos de pé!';
b. 'A minha capacidade de falar em público aumentou muito desde que comecei a usar o método Technical Embromation';
c. 'Meu chefe não prestou atenção mas disse que falei muito bem durante a reunião'
d. 'O mais legal foi ouvir antes dos aplausos duas pessoas gritarem BINGO.'


 
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Usuários do Google+ compartilham 1 bilhão de itens por dia

Rede social já possui 10 milhões de usuários, segundo Larry Page.

Botão +1 é clicado 2,3 bilhões de vezes por dia.



Usuários da rede social Google+, a nova rede social do Google, compartilham em suas páginas mais de 1 bilhão de itens diariamente, segundo a empresa. O site, que esterou no dia 28 de junho, já possui 10 milhões de pessoas, de acordo com o CEO da companhia, Larry Page.

O executivo afirma também que o botão "+1", o equivalente ao "Curtir" do Facebook, é clicado cerca de 2,3 bilhões de vezes por dia.

Durante conferência para acionistas na quinta-feira (14), Page disse também que mais de meio milhão de celulares com sistema operacional Android são ativados diariamente no mundo e que 160 milhões de internautas utilizam o navegador Chrome.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Empresa usa código QR em publicidade para vestir mulheres nuas

A loja Zipos usou uma das técnicas mais antigas do mundo de se fazer publicidade colocando em sua mais recente campanha mulheres nuas ou semi-nuas já que as partes intímas estão cobertas com um taampão de QR code.



                      Propaganda da Zappos (Foto: Reprodução)

A campanha consiste em mostrar mulheres nuas em suas atividades diárias, como caminhar pela rua, chamar um taxi na beirada da calçada ou jogar frisbee em público. As partes íntimas das garotas trarão códigos QR com o endereço URL do site da loja com vídeos promocionais onde aparece o que acontece com a mulher depois de fazer o que estava fazendo e dá a opção para o cliente vestir a moça com as peças que estão no site, além disso como continuação da campanha a loja pretende colocar homens em suas atividades diárias também nus.

A imagem acima ainda não contém o QR code pois a campanha ainda não foi iniciada, mas a loja irá substituir o seu nome pelos códigos quando os anúncios chegarem às ruas.

Essa eu queria ver funcionar aqui no Brasil! Ótima maneira de fazer com que a população se inove junto com as tecnologias.
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7 elementos básicos para um bom design



1. Equilíbrio

O equilibro ajuda o cliente decidir como o seu design será interpretado; se um design é assimétrico emoções como curiosidade, animação ou ansiedade já em um design simétrico podemos transmitir calma, paz e tranqüilidade.

2. Constraste

Sem diferença não podemos criar contraste; existem diversos elementos que podem ser usados para isso como estilos de fonte, tamanho, cores… cuidado para um contraste ser bem notado ele precisa ser visível.

3. Direção

Aqui é onde guiamos os olhos de nosso público alvo, fazemos com que ele olhe para o lugar certo na hora certa; em um layout ou composição podemos dar a direção através de uma linha com o uso de cores, formas e perspectiva.

4. Economize

Se um elemento não está fazendo falta então remova-o. Não polua demais o seu trabalho; coloque apenas o necessário para um design econômico e inteligente.

5. Ênfase

Você pode guiar seu cliente por seu jardim, pelo seu escritório ou até mesmo pela sua propaganda mas se você não apresentar a ele algo que o interessa tudo vai por água abaixo.

6. Ritmo

Repetição, ritmo…. com o uso de contraste, profundidade, você pode dar ritmo a sua peça e fazer com que os olhos do usuário flutuem pelo seu design.

7. Unidade

Esse principio é a base do design; apesar de não existir quase nada inteiramente único; a diferença faz a diferença.
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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Design pra deixar muita gente de boca aberta!

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